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Casos de síndromes respiratórias passam de 500 em Campo Grande este ano

por editor
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campo Grande chegou a 509 casos de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) registrados em 2025. Os dados são menores dos registrados no mesmo período do ano passado, mas seguem tendência de crescimento nas últimas semanas. Os dados da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), consideram os dados do primeiro trimestre do ano, e mostram que março …

Campo Grande chegou a 509 casos de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) registrados em 2025. Os dados são menores dos registrados no mesmo período do ano passado, mas seguem tendência de crescimento nas últimas semanas.

Os dados da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), consideram os dados do primeiro trimestre do ano, e mostram que março teve aumento exponencial nos casos registrados. Para se ter ideia, na semana 13 foram registrados 70 casos e na semana 9 eram 38 casos.

Seguindo a tendência dos anos anteriores, as crianças são as mais afetadas pelas SRAG, mas são os idosos que mais morrem. Neste ano, foram 309 casos de síndromes respiratórias em crianças de zero a 9 anos e 38 em idosos acima dos 60 anos.

Mas no painel de mortes, a pirâmide se inverte. São 22 mortes de idosos registrados este ano e apenas três de crianças, sento todas de bebês menores de um ano.

Unidades de saúde lotadas

Nesta semana, a Sesau realizou a primeira reunião do COE (Centro de Operações de Emergências de Saúde Pública) de 2025, para definir estratégias sobre o aumento dos casos graves de doenças respiratórias e superlotação em unidades de saúde.

Campo Grande tem 213 pacientes em fila esperando uma vaga em hospital. A maioria são adultos e de campo Grande e a situação é reflexo da falta de leitos hospitalares em todo o Mato Grosso do SulApesar de sazonal, neste ano a situação é intensificada pela superlotação da Santa Casa.

Entre as pessoas em fila, estão 195 adultos (136 de campo Grande e 59 do interior) e 18 crianças (13 de Campo Grande e as demais no interior). A maioria desses pacientes estão em Upas de Campo Grande, onde a prefeitura afirma montar ‘mini hospitais’.

Imagem Destaque: Unidade de Pronto Atendimento em Campo Grande. (Henrique Arakaki, Midiamax)

Fonte: Priscilla Peres/ Midiamax

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