Programa Recomeçar Moradia convoca 60 mulheres para apresentar documentação
Benefício de R$ 500 auxilia vítimas de violência doméstica para custear aluguel
A Prefeitura de Campo Grande convocou 60 mulheres sorteadas no programa Recomeçar Moradia para se apresentarem a documentação para receber o auxílio financeiro para custeio de aluguel através da Emha (Agência Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários), na próxima segunda-feira (23). A lista foi publicada no Diário Oficial desta quinta-feira (19).
As sorteadas estão cadastradas na categoria de vítimas de violência e devem apresentar a documentação solicitada em edital conforme o cronograma apresentado na publicação. Aquela que não se apresentar dentro do prazo estipulado, será considerada desistente do programa.
Todas as convocadas devem comparecer à Casa da Mulher Brasileira, na Rua Brasília, Lote A, Quadra 2 – Jardim Imá, entre os dias 23 e 27 de fevereiro, conforme o cronograma publicado em edital.
Dentre os critérios estabelecidos para participar do programa, é necessário que a mulher more em Campo Grande há pelo menos dois anos, tenha renda familiar de até três salários-mínimos, não ter sido beneficiada pelo programa anteriormente, possuir cadastro geral na Emha e estar inscrita no CadÚnico para programas sociais, comprovar não possuir nenhum imóvel – apresentando certidões negativas em três cartórios de Registro de Imóveis da cidade -, além de ter uma medida protetiva vigente.
Cronograma de apresentação:
- Segunda-feira (23) – convocadas nas posições 1 a 12
- Terça-feira (24) – convocadas nas posições 11 a 22
- Quarta-feira (25) – convocadas nas posições 23 a 33
- Quinta-feira (26) – convocadas nas posições 34 a 44
- Sexta-feira (27) – convocadas nas posições 45 a 60
Programa Recomeçar Moradia
É oferecido o auxílio mensal de R$ 500 por até 18 meses para ajudar no aluguel ou na compra de alimentos. Também é oferecida a oportunidade para que a mulher participe de cursos de capacitação oferecidos pelo Município.
Conforme a secretária executiva da Mulher de Campo Grande, Angélica Fontanari, a ideia é oferecer uma ajuda financeira para que a vítima não seja obrigada a voltar a morar com o agressor. Para participar do programa, a pessoa precisa ter passado pela Casa da Mulher Brasileira.
“Quando a mulher chega à Casa da Mulher Brasileira, todo mundo acha que a mulher já vai para a delegacia. Não, o setor psicossocial recebe essa mulher. Lá tem aquele formulário de risco, o Fonar. Lá, a gente começa a identificar a situação financeira dessa mulher, com quem que ela mora, rede de apoio, começa a fazer esse levantamento. Identificando essa mulher, o nosso setor psicossocial já a insere no programa”, explica a titular da Semu.
Fonte: Midiamax

Comentários (0)
Comentários do Facebook