Justiça confirma: Urandir Fernandes e Ecossistema Dakila não são alvos de investigação
O Ministério Público reforçou: O empresário e o Ecossistema Dakila não são alvos da referida investigação.
Documentos oficiais do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) trouxeram à tona uma correção fundamental: o empresário Urandir Fernandes de Oliveira, CEO do Ecossistema Dakila, não figuram como investigados ou alvo de operações recentes do Gaeco. A informação, que desmente publicações precipitadas de veículos locais, consta em uma certidão assinada por um analista judiciário e em parecer do próprio Ministério Público Estadual (MPMS).
O erro do Judiciário e a retificação
A confusão teve origem em um erro de cadastro no sistema processual. Segundo a certidão oficial, a inclusão do nome do empresário ocorreu às 15h31 no dia da ofensiva do Gaeco, sendo retificada poucas horas depois, às 18h07, após a constatação do equívoco.
“Certifico que, nesta data, por equívoco, cadastrei a pessoa de Urandir Fernandes de Oliveira (…) verificando apenas nesta oportunidade que se trata de pessoa estranha à investigação em andamento”, afirma o documento do TJMS.
O Ministério Público reforçou o posicionamento ao indeferir pedidos de acesso aos autos, justificando que o empresário e o Ecossistema Dakila não são alvos da referida investigação.
O “Modus Operandi” da imprensa em MS
Para Urandir, o episódio não foi um erro isolado, mas parte de um padrão de perseguição e difamação por parte de veículos como Campo Grande News, Midiamax e Correio do Estado. O empresário aponta falhas éticas graves e o que classifica como “jornalismo de conveniência”.
Veja o video: https://www.instagram.com/reel/DUFvJG9jUdT/?igsh=bmZ3c3JmOGg3cncy
Fonte: https://bn1.com.br/

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