Prefeito Juliano Ferro apresenta provas e contesta

versão divulgada sobre caso registrado na polícia

Prefeito Juliano Ferro apresenta provas e contesta

O prefeito de Ivinhema (MS), para esclarecer os fatos relacionados ao boletim de ocorrência registrado por sua ex-namorada Karen Andrade, e contestar informações que circularam em matérias jornalísticas e nas redes sociais nos últimos dias.
Segundo o prefeito, o relacionamento chegou ao fim no dia 31 de dezembro, durante uma viagem, após um desentendimento motivado por ciúmes. Juliano Ferro afirma que, desde então, não houve qualquer tipo de agressão física ou violência doméstica entre as partes, rebatendo diretamente as acusações divulgadas.
Em vídeo publicado em suas redes sociais, com mais de nove minutos de duração, o prefeito detalha sua versão dos acontecimentos e apresenta registros, conversas e imagens que, segundo ele, comprovam sua inocência. Juliano afirma ainda que todo o material já foi entregue às autoridades competentes para a devida apuração dos fatos.
Sobre o episódio envolvendo o aparelho celular, o prefeito não confirmou ter quebrado o telefone da ex-companheira, mas reconheceu que, após o registro do boletim de ocorrência, optou por solucionar o impasse de forma imediata, adquirindo um novo aparelho. “Ela foi até a loja, escolheu um telefone, um iPhone 17, e eu efetuei o pagamento”, declarou, informando o valor aproximado de R$ 9.200.
Juliano Ferro também demonstrou preocupação com a repercussão do caso, afirmando que se sentiu exposto e julgado publicamente antes mesmo de qualquer investigação conclusiva. “Houve um massacre precoce, tanto da opinião pública quanto de setores da imprensa, sem que os fatos fossem devidamente apurados”, afirmou.
O prefeito ressaltou que confia plenamente no trabalho da Polícia Civil e do Poder Judiciário, reforçando que está à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários. “A verdade sempre prevalece. Estou tranquilo porque sei que não cometi nenhum crime”, concluiu.
Até o momento, o caso segue em fase de apuração. Especialistas em Direito lembram que o registro de um boletim de ocorrência não configura culpa, sendo apenas o início de um procedimento investigativo, permanecendo válido o princípio constitucional da presunção de inocência até eventual decisão judicial.
O Jornal MS67 informa que segue acompanhando o caso e analisando as provas apresentadas, aguardando a conclusão das investigações para trazer novas informações com responsabilidade e equilíbrio.